Itabuna
LIRA aponta queda no índice de infestação por Aedes aegypti
Secretária de Saúde Lísia Miranda

Crédito: Ascom/Pedro Augusto

A Secretaria Municipal da Saúde (SMS) divulgou o resultado do segundo Levantamento Rápido do Índice de Infestação por Aedes Aegypti (LIRAa 2017), realizado nos dias 10,11, 12  e 13 deste mês em Itabuna. O resultado foi 23,3%, pouco mais de um ponto percentual a menos com relação ao ultimo, (24,1%) realizado em fevereiro.

A secretária de Saúde, Lísias São Mateus, disse que essa queda no índice de infestação ainda não é o ideal e pede que a comunidade continue vigilante em relação aos cuidados que se deve ter em casa, para evitar água parada, bem como tanques e reservatórios descobertos.

“Nossa equipe de Endemias tem trabalhado duro, com mutirões para eliminação de criadouros de larvas, controle e combate ao mosquito adulto e na orientação junto às famílias, mas é preciso a união de forças para não deixar o mosquito se multiplicar e fazer novas vitimas como no ano passado”, pontuou.

O coordenador de Combate às Endemias, Roberto Góes, explicou que os dados do LIRAa foram coletados através de um trabalho feito por amostragem seguindo às determinações do Ministério da Saúde, que é feito em todos os bairros de municípios com mais de 100 mil habitantes. Roberto disse que o índice de infestação aceito pelo MS é de 1%, por isso reforça o apelo da Secretária Lísias São Mateus, ao convocar as famílias em todos os bairros de Itabuna, para a luta contra o principal vilão transmissor da dengue, chikungunya e zika vírus.

O coordenador informou que durante o trabalho de rotina e no levantamento do índice de infestação, as equipes de Endemias confirmam que os maiores índices de focos do mosquito são encontrados em recipientes que acumulam água para consumo, dentro de casa, a exemplo de baldes e bacias, além de reservatórios sem a devida proteção.

Ele ressalta mais uma vez a importância da participação da comunidade na luta constante e diária para a descoberta e eliminação de criadouros de larvas em casa, no quintal, nas praças e ruas, lembrando que o mosquito se desenvolve e se torna adulto a partir de uma simples larva que parece inofensiva. “Só que de inofensiva ela não tem nada, ao contrário, tem sido o maior inimigo do ser humano”, afirmou.


Secretária de Saúde Lísia Miranda

Crédito: Ascom/Pedro Augusto

 
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